terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A VITÓRIA DO AMOR SOBRE O PASSADO

CAPÍTULO III


Voltemos à Letícia que nesse momento, após ter terminado todas as aulas, desce mais uma vez aquela ruazinha estreita. Passando  por ela lembrou-se da noite anterior, não só isso, como também de um passado distante.

Quer saber que passado é esse que tanto perturba Letícia? Então vamos lá.

 Letícia aos onze anos de idade perdeu o pai, Sr. Gilberto, e seu irmão, Gideão em um acidente de carro. Ficando apenas ela e sua mãe, D. Ruth.

 O tempo foi passando e Letícia ficava cada dia mais bonita. Todos quanto a vissem não podiam negar  essa verdade, até as que a invejavam reconheciam isso.

 Aos seus quatorze anos, Letícia era possuidora de uma beleza admirável. Na realidade, ela era o tipo de obra de arte a qual o  pintor não acabara de terminar, mas que já mostram traços de uma grande perfeição. Tinha uma bela pele morena, cabelos pretos que iam até a cintura, lábios bem desenhados, corpo bem feito, enfim, formosa da planta dos pés à cabeça.

 Letícia estava com os seus quatorze anos quando conheceu um jovem por nome de André.

 Esse jovem trabalhava no Banco do Brasil da cidade de Formosa. Letícia o conheceu por um acaso. Fora depositar um dinheiro para sua mãe, quando André estava saindo do Banco. Olharam-se, mas a princípio ela não deu muita atenção. Fez o depósito e saiu. Fizera outros depósitos e num desses conversaram. Já faziam dois meses após o "acaso".

Ele soube que ela era evangélica. Procurou saber de que igreja Letícia fazia parte e, em pouco tempo, tornou-se um crente.

Três meses após ele ter entrado na igreja, Letícia e André estavam namorando. Faziam um belo casal, pois André não ficava atrás em questão de beleza. Ele tinha vinte e quatro anos e possuía uma forte personalidade. Só que havia um problema, todos os fins de semana ele tinha que viajar para  a Capital, salvo se Letícia insistisse muito para que ele ficasse pelo menos um final de semana com ela. Cedia, pois não resistia aqueles belos olhos pretos que expressavam toda a sua admiração e amor por ele.

Cada momento ao lado de André, era para Letícia maravilhoso, mas achava que o tempo passava rápido demais quando estavam  juntos, e uma eternidade quando estavam longe. Ele pouco falava de si mesmo, dizia que gostava mais de ouvir do que falar.  E assim passaram-se sete meses juntos.

Em uma tarde de sábado, Letícia passeava pela praça da cidade, quando foi abordada por uma jovem que passava por ela. Essa jovem chamava-se Raquel e Letícia a conhecia de vista, mas sabia que ela era evangélica também, porém não tinha intimidade com ela.

- Letícia, posso falar com você um instante? Olha, eu não sei o que você vai pensar sobre o que vou te dizer, mas... eu sinto que esse namoro seu com André não é da vontade de Deus. - Disse-lhe Raquel olhando-a bem nos olhos.

- Mas por que está me dizendo isso, Raquel? - Perguntou Letícia surpresa.

- É como eu lhe disse,eu não sei. Mas todas as vezes que os vejo juntos, sinto que ele não é a pessoa certa pra você. Quando olho pra ele, sinto como se ele escondesse algo... esse rapaz tem alguma coisa que não parece bem. Tenho orado a Deus para que Ele te faça perceber isso.

 Raquel se foi, deixando Letícia pensativa. Ela cuidou de voltar para casa e contar tudo à sua mãe. Ao que ela disse:

- Minha filha, Deus confirmou o que há muito venho sentindo. Não quis te dizer nada para que você não pensassem que eu não aprovava esse namoro, mas agora posso falar, também sinto que esse namoro não é da vontade de Deus. E te digo mais, André esconde alguma coisa. Ouça o que estou te dizendo, ou melhor, que Deus está mostrando para você. Ore, é só isso o que tenho a dizer.

Letícia perturbou-se ainda mais. Estariam elas realmente certas? Seria Deus, realmente contra esse namoro? Estaria André a lhe esconder algo sobre a sua vida? Seria essa a razão pela qual ele não falava de si mesmo?  Sua mãe era mulher de oração, não falaria aquelas coisas se não fosse verdade.Fechou-se em seu quarto para orar. Seu quarto era um dos locais da casa que ela mais gostava de ficar quando sentia vontade de isolar-se do resto do mundo. Para Letícia, aquele quarto também era um pedaço do mundo, só que com uma diferença: ela mandava nesse mundo, ao contrário do outro.

 A oração,  pensava Letícia, é uma forma do homem conversar com Deus a respeito do que ele passa aqui na terra, quer seja momentos bons ou maus; quer seja para contar a Ele de suas felicidades ou de suas tristezas, de sua segurança interior ou medos. Enfim, é o meio pelo qual o homem sente-se à vontade para conversar com o seu Criador e Pai.

 Naquele momento, isolada do mundo lá fora, Letícia ajoelha-se perante o Senhor e, sem saber porque, em lágrimas lhe confessa que também sente o mesmo que sua mãe e Raquel.

- Senhor, reconheço que também venho sentindo receios a respeito de André, mas até então não tive coragem de pedir o que vou pedir agora: Pai, se esse namoro não for da tua vontade, mostra-me o que fazer. Se André esconde algo, toca em seu coração para que ele conte-me toda a verdade. Senhor , te agradeço porque sei que tu farás conforme a tua vontade, que é boa, perfeita e agradável. Amém.

Após a oração, Letícia sentiu como se algo maravilhoso estivesse sendo derramado sobre seu coração, algo que lhe dava paz de espírito. Não sentia mais as inquietações de algumas horas atrás.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A VITÓRIA DO AMOR SOBRE O PASSADO

Esta é uma estória que escrevi, em 1995, quando ainda era só uma adolescente sonhadora, foi para uma nota em Redação, onde a professora Jandemília pediu que escrevêssemos uma estória, livre. Então fiz essa A Vitória do Amor sobre o Passado, que agora transcrevo tal qual fiz naquela época.



CAPÍTULO I



 Letícia andava rápido, já eram sete e quinze da manhã. Chegaria novamente atrasada na escola para assistir o primeiro horário. Quem a visse, com seus passos rápidos e semblante sério, julgaria que estava aborrecida, mas, em verdade, vos digo que pensava em outra coisa.

 Enquanto caminha pela milésima  vez aquela ruazinha estreita, os seus pensamentos voam para a noite anterior, onde iremos encontrá-la diante de Lucas  a escutar, comovida, embora séria, as palavras desse jovem que por tanto tempo declarou-se seu amigo. Que era há seis anos? Apenas seu amigo! Que é agora? Um jovem apaixonado por aquela moça, já declarada tão bela da pequena cidade de Formosa.

Formosa é uma pequena cidade do interior paraibano. Com seus dez mil habitantes, não é muito conhecida pelas pessoas que moram na Capital, embora seja dotada de grandes prestígios dos que lá moram.

 Ao olharmos para Formosa podemos constatar que quem a batizou  com esse nome, o fez baseado nas suas ruas arborizadas, bem como nas suas casas e prédios de um rigor essencialmente tradicional e provinciano.

 Voltemos à Letícia que agora acaba de chegar no colégio. O porteiro a atende todo sorridente sem questionar o horário que ela estava chegando, caso fosse outra pessoa, certamente iria dizer: "- Olha a hora, amigo! A cama estava tão boa assim?"  

 Letícia subiu os degraus, que dava para a sala, correndo. Bateu na porta. O professor a atendeu levando , rapidamente os olhos ao relógio que marcava sete e vinte e três.

- Só mais sete minutos e você entraria apenas no segundo horário. - Comentou com um sorriso.

Ao sentar-se, Letícia procurou prestar atenção no que o professor falava, mas não conseguia, pois as palavras de Lucas soavam fortes aos seus ouvidos. Reconhecia que sentia-se inquieta. Mas por quê? Tantos rapazes já haviam lhe dirigido quase as mesmas palavras e nem por isso perturbava-se. Talvez fosse porque Lucas, sendo seu grande amigo, ela não esperava que justo ele  viesse confessar os seus sentimentos. 






CAPÍTULO II



 Deixemos Letícia interrogando-se a respeito desse assunto e vamos saber o porquê dela estar tão inquieta.

 Na noite anterior, Letícia encontrava-se em uma festa de aniversário de uma das componentes do conjunto Novo Alvorecer. A moça que completava anos, Gabriela, fez primeiramente um culto de ações de graças a Deus por mais uma primavera. Logo após o culto, os convidados dirigiram-se para o colégio que ficava há algumas ruas da igreja.

 Lucas e Letícia iam um pouco atrás. Conversavam sobre coisas banais até que, de repente, Letícia percebeu que Lucas partia para a questão dos sentimentos. Satisfez o seu desejo.

- Letícia, você acha que podemos amar mais de uma vez? - Lucas perguntou-lhe fitando seus belos olhos verdes nos de Letícia.

- Eu não sei. -Respondeu-lhe levando a vista para qualquer lugar.

- Deixe-me ver se consigo explicar melhor. Por exemplo, assim como o sol desponta e a noite ele se desfaz, nós sabemos que no dia seguinte ele voltará a nascer. Mesmo assim se dá aos nossos sentimentos.

- Desculpe-me Lucas, mas ainda continuo sem entender aonde você quer chegar.

 Ele lhe sorriu. Um sorriso tão belo que Letícia ficou admirada, pois não se lembrava de tê-lo visto sorrir assim.

- Ainda não? Pois bem, falarei de forma mais clara. Você acredita que uma jovem, após sofrer uma forte decepção amorosa, poderá voltar a crer no amor?

- Se ela tiver forças para superar essa decepção... - Letícia nesse momento baixou os seus  olhos. Lembranças de um passado triste veio-lhe à mente e sentia-se como que arrebatada para ele, esse tão cruel passado.


 Por que Lucas estava-lhe perguntando aquilo? O que ele queria saber ao seu respeito? Acaso não tinha ele conhecimento suficiente do seu passado? Tinha ele alguma intenção ruim? Todas essas e outras perguntas vieram-lhe à mente. Como se tivesse adivinhando o que ela pensava, Lucas disse:


- Pergunto isso, não para te magoar e te fazer voltar ao passado, mas sim, com a intenção de saber como vai o teu coração a respeito disso.


- E por que você quer saber como vai o meu coração? Ela olhou de uma maneira tão triste que Lucas perturbou-se. Ia lhe responder, mas já haviam chegado ao colégio. Lucas a olhou e disse:


- Ainda hoje quero falar com você sobre isso. Afastou-se, pois os rapazes do conjunto estavam chamando para tocar com eles.


Letícia foi ter com Adriana e Maria. Passaram a conversar sobre a festa da mocidade que estava prevista para o mês de novembro.


- Será uma festa maravilhosa. - Adriana comentou sorridente.


- Eu creio que será. Já foi confirmada a presença do cantor Estevão Jacinto. Ele canta tão bem, não é Letícia? Maria dirigiu a palavra para ela, pois havia percebido que não prestava muita atenção na conversa.


 E como poderia prestar atenção depois de tudo o que ouviu de Lucas?  Agora não tinha mais dúvida, ele estava gostando dela. Algumas irmãs da igreja, inclusive sua mãe, já haviam lhe despertado para essa possibilidade. Não quis acreditar porque julgava impossível ele gostar dela. Como resposta ela sempre respondia: "Que nada, ele só gosta de mim como amiga."  Mas bem lá no fundo do seu coração, algo lhe dizia que era verdade, e repreendia a si mesma pela suspeita.


- É verdade Maria, Estevão canta muito bem. - Levantando os seus olhos para Maria que cada vez mais se surpreendia com ela. - Já foi confirmada a presença do pastor Fernando, da cidade de Marí?


- Sim, respondeu Adriana.


Como que por impulso, Letícia olhou em direção ao conjunto e nesse momento Lucas olhava em sua direção. Seus olhos se encontraram. Letícia foi a primeira a desviar os olhos, ele, por sua vez, continuou a observá-la, ou melhor, foi o que fez durante a festa.


 Terminada a festa, Lucas aproximou-se de Letícia e comprometeu-se em deixá-la em casa. Ela esperou, pois já eram meia noite quando terminou a festa e era esquisito voltar sozinha. Minutos depois, ambos estavam, descendo aquela ruazinha estreita, a mesma que vimos Letícia subir para o colégio. 


 Lucas retomou o assunto.


- Letícia, não foi fácil pra mim ter que tomar essa decisão sabendo o que se passa dentro de você. Quero que saiba que verdadeiramente te amo. Deus, que conhece o meu e o teu coração, sabe que não minto. Não disse antes porque tinha medo de perder a sua amizade. Não me olhe assim, você sabe que a nossa amizade não continuaria a mesma. Tenho como prova o pobre de Ricardo que, conversando comigo, disse que se fosse hoje não cometeria a loucura de ter confessado o seu amor por você...


- Se é que foi "amor". - Disse interrompendo Lucas, a última palavra veio acompanhada de uma incredulidade muito grande.


- Bom, se era  amor ou não, eu não sei, só sei que ele sofreu um bocado. Por favor, não me interrompa, apenas ouça o que tenho aqui ( e levando a mão ao peito ) guardado por quase dois anos. Não sei que poder tem esse passado sobre você, Letícia. Quando te perguntei sobre a jovem que sofrera uma grande decepção amorosa, me referia a você. Será que não acreditas que um dia voltarás a amar alguém? Ou você pensa que todos os homens são iguais ao que te feriu? Não Letícia, eu te digo que não. O que mais me surpreende em você, é saber que ainda não entregastes, verdadeiramente, os teus conflitos interior a Deus. É isso mesmo, Letícia, por mais dura que seja a verdade. Letícia, minha querida, você não pode continuar vivendo do passado. Francamente te digo que, ainda que você não venha a me amar, ficaria, e  ficarei muito feliz em te ver livre dessas lembranças do passado. Lembre-se : " Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus."


 Letícia o escutava de cabeça baixa. Cada palavra que Lucas falava tocava fundo em seu coração, sentia como que não fosse ele que falava, mas Deus falando por ele, pois só agora ela percebia que durante quase quatro anos mentiu pra si mesma. Mas como? Deves estar se perguntando, leitor curioso! Dizendo a si mesma que estava entregando seus conflitos interior a Deus, mas que na verdade nuca Ele havia recebido esses conflitos. Como Ele iria resolvê-los se a sua filha não permitia? Foi aí que, de repente, diante desse reconhecimento sentiu que lágrimas rolavam de seu rosto.


-  Você tem razão, Lucas. Continuo presa às minhas lembranças e só agora percebi  que nunca permiti que Deus viesse curá-las. Mas não é fácil Lucas, você ver todos os seus sonhos e planos caírem diante de seus olhos. Não sei em que isso pode, ou poderá me ajudar, só sei que tem me machucado muito. Por causa dessas tristes lembranças o meu coração se fechou . Quando penso que o meu coração está a desabrochar ao toque do amor, ele logo fecha-se receoso de sofrer outra desilusão... - Novas lágrimas brotam dos seus olhos.


- Mas todas essas coisas são momentâneas, Letícia, por mais que pareçam durar. Permita que Cristo entre em seu coração e remova essas lembranças dolorosas, só então você verá novamente o amor  brotar dentro de si. Deixe Cristo apagar com uma "borracha" chamada AMOR, todas essas coisas. Não foi à toa que Ele disse: "Confia no Senhor as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos." Confia, Letícia, naquele que nunca vai te deixar sozinha.


 Fez-se silêncio entre ambos. Já estavam próximos da casa de D. Ruth. Letícia sentia que Lucas queria falar mais alguma coisa.


- Lucas, sinto que você quer falar algo mais. -Esta frase saiu com dificuldades, pois seu coração estava a mil por horas.


Sem hesitação ele a olha nos olhos e diz:


- Viajo terça-feira para São Paulo.


 Sem saber por que, Letícia sentiu uma inquietação. Ia lhe dizer algo mais, no entanto, as palavras perderam-se na garganta, não passou de um simples gesto de surpresa.


Chegaram diante de uma bela casa que, embora não fosse grande, tinha seus compartimentos bem divididos. Em frente da casa existe um belo jardim, verdadeira paixão de D. Ruth, mãe de Letícia, que cuida muito bem do mesmo.


D. Ruth já os esperava em frente ao portão. Fez isto não por desconfiar deles, mas sim para não dar o que falar aos moradores daquela pequena cidade.


- Boa noite, D. Ruth. Vim trazer sua filha.  - Lucas disse com um sorriso forçado, porque por dentro ardia-lhe a dor de não ser amado, mas confiava em Deus, sabendo que se Ele o abençoasse, tudo acabaria bem.


- Boa noite, meu filho. Obrigada pela gentileza de trazer minha filha. E então, Lucas, é certo que você viaja mesmo  amanhã? - D. Ruth pergunta-lhe olhando para o relógio que marcava meia noite e quarenta e cinco. 


- Sim. Estava falando com Letícia a esse respeito. Bem, agora tenho que ir, amanhã, ou melhor, mais tarde passo por aqui. A paz do Senhor.


- A paz, Lucas. -Letícia responde.


- A paz, meu filho. - D. Ruth o cumprimenta.


 Lucas deu-lhes as costas e desceu novamente aquela ruazinha estreita. Enquanto isso, D. Ruth observa o semblante de sua filha que tinha os olhos fixos em Lucas. No que ela pensava? Francamente eu não sei, querido leitor, só Deus sabe o que se passou no interior dessa jovem que a fez tomar uma grande decisão em sua vida. A maior de todas elas.











BOM É SER CRIANÇA

Estava colocando Zuriel pra dormir, mas como é nosso costume, temos por hábito conversarmos muito. Na conversa de hoje falei pra ele : " Aproveita bastante a sua infância, porque bom é ser criança."

Falei isso porque hoje foi um dia maravilhoso pra nós. Fomos à praia. Ele ama brincar na areia, deitar-se e enterrar seus carrinhos nela. Eu fico ali, observando, admirando como ele é lindo, alegre e despreocupado, como qualquer mãe coruja faz.  Ele e o pai foram e  se molharam no mar e ele veio tremendo de frio pra perto de mim que, prontamente o recebi, mas depois abri um buraco na areia, que estava quentinha e ele ficou ali, tremendo e rindo, achando tudo engraçado. Depois continuou a brincar de enterrar os carrinhos.

Em casa, depois de tomar um banho, de jantar e brincar no computador, ele enfim, foi deitar-se. E, como não poderia deixar de ser, me chamou para deitar ao seu lado, segurando minha mão. Foi aí que disse: BOM É SER CRIANÇA.

Quando somos crianças queremos ser gente grande, queremos crescer logo, porque pensamos que ser criança é chato e ser adulto é que é legal, afinal, os adultos fazem o que querem, não dão satisfação a ninguém, não precisam obedecer e ser pequenos. 

Quando enfim crescemos, percebemos que com essa independência, vem junto uma lista de obrigações: você agora precisa ser forte, não é mais permitido chorar, afinal você não é uma criança que não sabe controlar suas frustrações;  você tem obrigações financeiras com as contas, que antes você só sabia que existiam quando seu pai perguntava pra sua mãe onde estava a conta de energia, de água.

 Você precisa moderar suas palavras, pois falar o que quer, ouve o que não quer, afinal, você agora cresceu e precisa entender que certas coisas devem ficar subentendidas, não precisa ter a sinceridade de uma criança... Ninguém vai te desculpar se magoar uma visita, você cresceu, lembra??? 

Agora, que cresceu, não poderá mais arrotar à mesa, fazer xixi na cama, mesmo apertado, não poderá expressar com gritinhos e pulos, porque senão vão te olhar e dizer: " Que mico!!"  Pois é, espontaneidade é bem aceito em uma criança. Um adulto espontâneo, não deve ter muito juízo na caixola!!!!

Enfim, hoje eu sei e entendo porque XUXA sempre disse que não queria crescer, é responsabilidade demais...

Por isso, quando ouço meu Zuriel dizer que quer crescer, sempre digo a ele:

Menino, BOM É SER CRIANÇA!!!

Desde pequeno,ama a areia!

Sempre feliz!

Agora com cinco anos.

Brincando com o pai na praia.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Silêncio da madrugada


Gosto do silêncio que a madrugada traz. É um silêncio macio e aconchegante, mais parece como se alguém te envolvesse nos braços e dissesse: " Fique sossegado, você está bem cuidado."


Gosto de ouvir os sons que a noite faz, são grilos cantando, vento soprando e o silêncio... Não é qualquer silêncio, já repararam? É diferente daqueles feitos em ginásios quando em partida de futebol, em memória de alguém... Sim, é diferente dos de constrangimento como quando estamos no elevador com estranhos, pois é um silêncio pesado, sufocante... Ou mesmo quando estamos em sala de aula, fazendo uma prova, pois esse silêncio é tenso, encorpado... Compreendem???


Não, o silêncio da madrugada é diferente! É completamente sossegado, silencioso e leve. Sim, leve. Era essa a palavra que eu buscava, LEVE.


E acabo me sentindo leve, livre para discorrer sobre  minha natureza inquieta, sinto-me capaz de avaliar como fui nesse dia, sem contar com a sensação de paz que isso traz, ou de tormenta... e ainda assim é melhor, pois poderei ser eu mesma e chorar minhas lágrimas sem ninguém ficar no meu pé, perguntando o que tenho... Afinal, tem horas que nem sei porque estou chorando!!   Mas é bom aliviar a tensão, não é mesmo? E chorar com todo mundo olhando não é nada agradável, tira a essência, é constrangedor, mas isso fica para um próximo texto.


O fato é que gosto desse silêncio, onde estou só, onde posso ser eu mesma, onde tenho a liberdade de me expressar, como agora... Sozinha e me sentindo completa... 


Por favor, não me interpretem mal, eu gosto das pessoas, gosto de estar com minhas amigas, de jogar conversa fora, de rir, enfim, mas gosto do silêncio da madrugada, porque ele me acalma, me faz mais zen e pronta para o novo dia que virá.


Esse silêncio da madrugada é o mais falante de todos... 


Por tanto, darei boa noite a vocês  e ficarei a ouvir o que o silêncio desta madrugada tem pra mim.


Bons sonhos, queridos.
E que Deus os abençoem.




"(...) gosto do silêncio da madrugada, porque ele me acalma, me faz mais zen e pronta para o novo dia que virá."

















segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Quem??

Bem que poderia negar, por que não? Seus sentimentos não eram da conta de ninguém! Mas tinha aprendido que falar a verdade era melhor, mesmo que naquele momento não fosse assim que visse as coisas.
Então estava decidido. Falaria a verdade.


- Olha, fui eu sim, fui eu que disse ao Coração que você não servia, é distante e insensível.Não precisamos de alguém assim do nosso lado. Sei - ergueu a mão para impedi-lo de falar- sei muito bem que não existem pessoas perfeitas, amores perfeitos, nada é perfeito. Mas sei também que podemos tentar, sim, tentar ser melhores, mais educados, menos exigentes, eu sei, eu sei... Mas você é assim, rude, difícil mesmo de lidar. Então, não vou permitir que machuque assim o Coração. Você é desnecessário para nós. Saberemos esperar por alguém melhor, mais humilde, menos exigente. Adeus.


Sem ter como dialogar com a Razão, a Arrogância percebeu que, de fato, ali não era seu lugar. Mas paciência, haviam outros que saberiam lhe dar valor , saberiam reconhecer a sua importância na vida, porque, afinal, quem conseguiria existir sem sua confiança, sua destreza e realeza? Quem???





sábado, 21 de janeiro de 2012

Você me faz tão bem...

Você me faz tão bem...
Quando estou com você me sinto bem, o tempo para, dá uma pausa e eu posso curtir o momento...
Estou viciada em seu sorriso, no brilho que vejo em seus olhos, na música que ouço bater em seu coração...


Você me faz tão bem...
E sei que posso contar o que sinto, pois com você me sinto como de fato sou...
Com você minhas horas são de puro sorriso, alegres gargalhadas e, feliz, sinto a energia de suas palavras em todo o meu ser...


Você me faz tão bem...
Nenhum energizante tem a capacidade que você tem de me fazer  forte e desperta pra vida...
Pois você me isentiva, me  estimula, me encanta...


Você me faz tão bem...
Espero que seja assim sempre, em todo o encantamento que com o tempo não passe e deixe de existir, pois
Você me faz tão bem...




Você me faz tão bem...

JESUS x GOKU

Acabei de ler algo no facebook e os comentários lá deixados e, nossa, fiquei com o coração triste e a minha alma angustiada por perceber que existem pessoas que não sabem ou não crêem em JESUS!!!


E não falo apenas por não crerem, mas pelo fato de que se é mais fácil crer em um personagem fictício, como o GOKU, do que em JESUS... É mais fácil você ler e aceitar os ensinamentos de Gandi do que os de Jesus... De ler um bom livro de auto ajuda, do que ler a Bíblia e, o que é pior, duvidar dela só porque você pensa que não foi Deus quem escreveu de próprio punho!!!


Ora, vamos, quantos de nós gostaríamos que Zeus existisse e brincasse conosco jogando os seus raios só por diversão ( ou será que ele existe? ) ??  Quantos de nós gostaríamos de viver a emoção da certeza de vampiros lindos e bonzinhos andando ao nosso lado e lutando com os vampiros maus e nós bem no centro dessa luta, como recompensas doces e suculentas ( ora, vai ver eles estão em toda parte, vai saber?! )??!!!  Ou, belos cavaleiros e seus dragões, lutando contra demônios das sombras ( onde vimos isso antes ? ) e gnomos correndo pelo jardim ( você deve ter visto alguns... ) ???....


Sabe, eu fico chocada com as coisas em que estamos propensos a acreditar, sonhar e desejar... Mas é vergonhoso, ridículo e sem propósito  se alguém diz acreditar em Deus, na Bíblia e na existência, embora nada agradável, de Satanás e seus anjos.


Pergunto: se posso acreditar em GOKU, qual o problema de acreditar em Jesus???


Gostaria que refletíssemos e tirássemos a venda dos olhos, pois crendo ou não, aceitando a existência desse JESUS ou não, ELE CONTINUA EXISTINDO!!!


Não, não estou tentando empurrar a minha crença em você, como alguns dizem , mas se posso conviver com os comentários sobre a bondade e força de GOKU, qual o problema de dizer a você que EU CREIO EM JESUS??!!!!



Este é Jesus. O que Ele fez e faz por você??



Este é Goku. O que ele fez por você??





  






 X

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Hoje apenas eu gostaria de te ver

Coração, deixa, esquece, mas a razão não se cala, como pode ser??  Só você...


Confesso, sinto falta de você.
Sinto falta do seu riso, do seu rosto, da sua voz...
Confesso, essa distância me consome, me inquieta...
Não saber o por quê, me deixa triste, aborrecida, enfim, sinto falta de você...


Tudo é difícil de explicar, qual a razão??  Medo, insegurança, falta de amor???
Hoje eu apenas gostaria de te ver...
Pois sinto falta de você...
Nem sei explicar, por isso aqui deixo meu protesto
Hoje apenas gostaria de te ver...



quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

À minha Menina

Te amar é tão fácil...

Desde o primeiro dia em que te vi, ou melhor, que soube de sua existência, de um modo único e puro te amei...

Amei cada centímetro que era você... A cada mês, embora não fosse em mim gerada, a cada mês eu pensava em você, em como era maravilhoso saber que logo, logo eu te pegaria nos braços...

Filha de minha alma, não sabes o quanto te amo... Na verdade nem eu mesma, pois é tão forte e tão intenso que chega a doer meu coração...

Quando te vi, de fato, quando te vi, foi um silêncio antes do turbilhão!!!  É interessante como alguém tão pequeno pode provocar tantas emoções... E tem sido assim até hoje!!

Sempre quando olho pra você, primeiro vejo a minha menina, com seus cabelos cacheados, seu sorriso meigo, sua voz musical e seu olhar a perscrutar a minha alma, tentando desvendar meu coração, e o mesmo se enche de amor, sinto esse amor a preencher-me, seguindo o caminho de minhas veias ele percorre todo o meu ser....

Em você tenho me realizado quando vejo a grande mulher que está em ti. Sei, de coração, que o teu caminho é luz, está predestinado a brilhar, pois desde pequena mostrastes que és: determinada, bondosa, amável, fiel a tua família, generosa, amiga de teus amigos, filha obediente e serva do Senhor Jesus.

Amo amar você e será assim eternamente.

Filha de minha alma....


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Tempo de Acreditar ( partes de um projeto meu.)

Ela olha em volta, sabe que está a procurá-lo, não vai mais mentir pra si mesma, precisa vê-lo, apenas olhar, mesmo a distância, perceber como ele está.


Sim, ela o vê. Escorada na parede da loja em frente a dele, ela absorve a força de sua presença... É estranho, mas sente-se presa a ele, e só o fato de vê-lo faz com que se sinta inteira pela metade, como pode sentir aquelas coisas??!!! Inteira  pela metade?


Sim, responde pra si mesma. Inteira por saber que ele é quem ela precisa e se encaixa perfeitamente em seus sonhos e pensamentos, pela metade, porque sabe que não pode tê-lo, não mais. Não depois do que lhe fez...


Então, por um descuido ( ou seria sabotagem inconsciente? ), ela se deixa descobrir! Ele a vê como um reflexo, simples assim, ele a sente por perto...


Naquele instante, como num filme, ela não vê e não ouve nada mais ao seu redor, seus olhos estão presos aos dele... E ela consegue ver tudo o que se passa em seu interior: dor, alegria, confusão e, sim, amor, puro e simples amor, ou seria o seu olhar refletido nos dele, como saber? Ela só sabe de uma coisa: precisa respirar, recobrar sua postura, sair dali...


Mas é tarde, ambos estão um diante do outro. Como isso foi possível?


Agora ela entendia  como uma presa se sentia diante de seu predador, totalmente impotente e mesmo assim, viva, quente e sem forças... Seu coração estava enlouquecido. Meu Deus, o que devo dizer? pensa aflita.


- Oi?!  - ele diz.


- Oi.


E ficam assim, por um tempo, se avaliando, vendo o que aquela distância imposta tinha feito aos dois.


- Como você está? - Júlio pergunta, olhando bem em seus olhos. Ele precisa saber se ela sentiu aquele vazio, aquela dor que ele sentia naqueles dez meses em que ela esteve fora.


- Bem... quero dizer, estou indo bem... acho... - Elisa responde, provocando um leve sorriso nele, o que a deixa tensa, pois como explicar que durante todo aquele tempo ela pensou nele, ela que provocara toda essa distância?


Um silêncio caiu sobre eles. Mas pra quê palavras quando seus olhos já dizem tudo?


- Eu... - Elisa tenta dizer - eu, sinto muito, quero dizer... 


- Sei  - ele a silencia com o polegar em seus lábios e, sem desgrudar os olhos de seu belo rosto, declara - você não tem ideia do que fez comigo, não imagina o inferno em que vivi por esses meses, mas, quer saber a coisa mais louca nisso tudo? É que eu fiquei te esperando, pois é, esperando você voltar a ter juízo e me explicar o que raio aconteceu, e nesse tempo inteiro me obriguei a ficar distante, te dar espaço, mas a vontade mesmo era pegar um avião e te encontrar lá em Amapá e te trazer de volta.


- Desculpa, mas não sabia o que fazer, então, quando surgiu a oportunidade de trabalhar como enfermeira lá fui embora... Pensei que assim, longe de você, eu poderia pensar melhor... - 


Elisa tentava em vão controlar as batidas de seu coração, ainda mais que os dois começavam a chamar a atenção de quem passava, os clientes que ele simplesmente deixou esperando estavam lá olhando e cochichando.


- Então, o que decidiu durante essa fuga? 


- Não fugi... bem, talvez, mas só queria um tempo... Você me assustou um pouco com todo esse amor... Sabe, nunca acreditei no amor, então chega você, mais parecendo um gângster e seus capangas, ferido em minha enfermaria, tentando me dar ordens e põe tudo de pernas pro ar... Pensei: esse cara é louco, vou transferi-lo para a ala psiquiátrica, deve estar tendo um surto psicótico.


Ele gargalhou, lembrando que naquele dia ela parecia muito senhora  da situação, não parecia nem um pouco assustada.


- Tem certeza que foi assim mesmo, pois você é quem me pôs medo com todo aquela aparato, seringas, curativos, e instrumentos cirúrgicos, além do que me deu uma droga e apaguei geral...- Continuou rindo, provocando o riso da pequena platéia que se formou.


- Ora, não seja dramático!! - respondeu Elisa - Precisei fazer aquilo  ou o hospital viria abaixo com seus berros. Mas, em nenhum momento imaginei que me apaixonaria por você.


- E nem eu por você. - Ele agora a tinha enlaçado pela cintura e a mantinha em seus braços. - Você me enfeitiçou, só pode!  Desde aquele dia passei a arranjar desculpas pra aparecer no hospital...


- Verdade, respondeu Elisa sem se conter e sorrindo.  Você pode ser muito insistente quando quer...


- Sou um homem de negócios, minha querida, quando vejo uma excelente oportunidade, não perco tempo.


- É mesmo? Então fui uma excelente oportunidade?


- Não, você foi, melhor dizendo, é minha maior aquisição, isto é, se aceitar meu pedido de casamento que te fiz a dez meses...


Então todos riram ao perceber do que se tratava, Elisa havia fugido da resposta ao pedido de casamento de Júlio.


- Sim. Ela respondeu simplesmente.


- Sim, o quê? continue...


- Sim, eu aceito me casar com você!!!


Ele a abraçou e beijou , feliz por ter esperado.


- Vamos combinar que as próximas respostas você me dará com até três dias de espera, certo?? - Ele sugeriu ainda beijando-a no rosto enquanto ela sorria feliz e com o coração leve.


- Sim, agora que acredito no amor, tudo ficará mais simples, meu anjo.


Todos aplaudiram o desfecho do jovem casal e, depois de receberem os parabéns, Elisa e Júlio se despediram de todos e foram comunicar às famílias que dali a três meses estariam se casando.



MARCAS

Hoje estou demais... Saudosista!!!
Tem uma música de Raça Negra que é linda: DEUS ME LIVRE.
Nessa canção ele diz que não quer ficar cara a  cara com a pessoa por quem ele sofreu, mas quando estão perto, ele fica bobo, então decide ficar  longe, evita encontrá-la ou mesmo encará-la, pois Deus o livre de amá-la, mas ele a ama!!! 
Essa música marca uma fase de minha vida, pois como diz na letra, havia alguém por quem eu era apaixonada, mas deveria evitar porque eu sabia que não daria certo e foi difícil esquecer,ainda mais por ter um presente dele, um lindo cd, que só ouvi  um ano depois... A verdade é que nos apegamos demais a lembranças e depois não conseguimos seguir em frente...
Se faz necessário pagar a pena, sofrer, chorar um pouco e deixar a vida continuar... Mas as marcas ficam.
Você não tem como se livrar delas, mas elas também não incomodam tanto, só quando temos um déjá vu é que elas voltam, suaves na maioria das vezes, porém não dá pra esquecer.
Mas a gente segue em frente, nascem novos amores, refazemos a vida, enfim, nos encontramos e o que passou torna-se parte da nossa história!!
Por isso, não devemos ter medo das marcas que adquirimos na vida e, sim, precisamos extrair o melhor delas, os ensinamentos que possuem e buscar fazer uma linda história, a nossa história de vida!!!!




Fiquem na Paz de Cristo.














quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

GOSTO DE VOCÊ

Essa é uma letra de uma música de meus tempos de adolescente: "Gosto de você assim como você é, pode  me  amar assim como você quer..."  E eu cantava, sem ter ninguém especial em meu coração, mas já pensando nesse amor, um amor  livre de cobranças e de medos, livre de ciúmes e tormentas, só um amor tranquilo, que sabe onde está e o que quer, enfim, que aquece o coração.


Mas a verdade é que não sabemos amar assim, sem cobranças, sem medos, com tranquilidade... O sentimento de posse é muito forte por um bom tempo, e demora pra aprender que quem ama precisa dar liberdade ao outro, porque ele(a) não é sua propriedade, faz parte de você, mas não é seu. Não de um modo em que eu anulo o querer e o sonho do outro, não de um modo em que determino o que vai ser vestido, usado ou falado, mas amar de maneira que deixo livre para voltar pra mim...


E esse gostar não se refere só ao gostar entre um homem e uma mulher, mas também entre amigos, porque amigos também sabotam um ao outro, alegram e entristecem, esse gostar de você assim como você é nos faz crescer e ter o melhor das pessoas.


Passado algum tempo, vejo que aprendi a amar aos outros como eles são, alegres, calados, tristes, barulhentos, amigáveis, outros nem tanto, mas amo-os como são, do jeito que esperam ser amados, embora desejo que também os mesmos aprendam a me amarem como sou, do jeitinho que eu sou...


Eis a letra completa, a música acessem o link aí embaixo, ok?!


Gosto de Você 
Bruno Miguel
Gosto de você assim como você é
Pode me amar assim como você quer,
Quero ter você e não quero saber
Se assim não fosse, como poderia ...
Ser de outro jeito?

Abraço seus defeitos,
Gosto dos teus olhos, do jeito que me olhas,
Seja assim tão pura, minha voz é tua,
Me ame sempre igual, em casa ou na rua.
Deixe que o vento, penteie os seus cabelos,
Faça dos meus olhos sempre o teu espelho
Deixa que a noite traga uma canção,
Deixa que eu te guarde dentro do meu coração! 


http://www.vagalume.com.br/bruno-miguel/gosto-de-voce.html#ixzz1jOQ1bj6V